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Férias , tempo de brincar, mas com todo cuidado!
O JB Barra deste domingo trouxe matéria de página dupla, ilustrada pelos gêmeos Paulo e Bruno, filhos de Roberta Rizzo, a idealizadora da Kanguruh, sobre dicas de segurança para as crianças durante as férias. Matéria de Elaine Magalhães.
A Kanguruh participou da matéria de capa da Revista Crescer de janeiro de 2008.
Sorria, seu filho está sendo filmado
Novas tecnologias, preços acessíveis: há câmeras nos olhando por toda parte e podemos usá-las como proteção também quando o assunto é cuidar dos filhos. Mas será que isso é mesmo o melhor para eles?
'Ai, eu queria ser uma mosquinha para ver...' Fale a verdade: você já não se pegou pensando isso em algum momento em que o filho saiu de vista, principalmente na fase em que ele era um bebê, sem falar e sem recursos para se defender ou contar o que aconteceu com ele, mesmo que fosse algo muito bom? Quem não desejou ser onipresente na vida da criança, com a possibilidade de acompanhar todo o desenvolvimento dela, saber como está se divertindo ou protegê-la de grandes males, esteja ela em casa com a babá ou na escola escolhida a dedo? A tecnologia chegou para 'solucionar' também este problema. Não, isto não é um informe publicitário. Falamos aqui das câmeras, às vezes chamadas de segurança, às vezes apenas um acessório de computador. O fato é que elas - e seus tamanhos variados - estão em nosso cotidiano e podem ser uma ferramenta importante para a proteção das crianças no mundo de hoje. Mas, como muitas ferramentas, pode ser usada para fazer coisas boas e outras nem tão positivas assim.
Quando voltam da licença-maternidade, muitas mães optam por deixar os filhos com babás. As razões para essa escolha são muitas, desde o valor, mais baixo que o da maioria dos berçários, até o conforto da criança, que pode ficar na própria casa. Com as vantagens, vêm também os medos: e se a babá maltratar a criança? As notícias correm: profissionais que espancam crianças e misturam ingredientes impróprios à alimentação dos bebês. 'A babá significa o mundo de fora sendo trazido para dentro de casa', diz Eduardo Ferreira-Santos, psiquiatra do Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde trabalha com vítimas de violência urbana que desenvolvem o transtorno de estresse pós-traumático. Para ele, mesmo quem nunca passou por uma situação de violência sofre com a ansiedade. Não se trata de paranóia. A sociedade está, realmente, mais perigosa. 'A gente se coloca no lugar da pessoa que foi vítima da violência e essa ansiedade leva as pessoas a tomarem medidas para tentar controlar ao máximo essas situações, seja com carro blindado, com celular ou com câmera', afirma.
É por causa do medo do que pode acontecer com a criança em sua ausência que muitos pais e mães resolvem colocar uma câmera em casa. Thiago Títero, dono da Títero Segurança Eletrônica, conta que instala cerca de dez a 20 câmeras por mês em residências com crianças pequenas. No total, já colocou cerca de 2 mil delas. 'Na maioria das vezes, os pais me procuram para se certificar da conduta da babá, ainda que confiem nela, porque ouviram histórias de maus-tratos', diz.
Contar ou não contar?
Segundo a advogada Tânia da Silva Pereira, presidente da Comissão da Infância e Juventude do Instituto Brasileiro de Direito da Família (IBDFam), ter câmera em casa é um direito dos pais e não representa uma violação da privacidade da babá. 'Desde que o aparelho não esteja instalado no quarto da funcionária', afirma. A câmera foi a alternativa escolhida pela analista de sistemas Gislaine Ferreira Lima Verri. Quando sua filha completou 6 meses, ela voltou a trabalhar e sentiu pena de deixar a menina na escola. 'Contratei uma babá e instalei câmeras em todos os lugares da casa. Se eu, que sou mãe, perco a paciência, imagine uma estranha!', diz. A moça que cuida do filho de Gislaine sabe que está sendo monitorada. A mãe acha melhor assim. 'Prefiro prevenir a ver minha filha sendo agredida', diz ela, que deixa o programa aberto o dia todo e o assiste pela internet. Se a filha mexe em algo perigoso na sala e a babá está na cozinha, Gislaine liga para avisar.
Para Eduardo Ferreira-Santos, o comportamento mais ético seria mesmo avisar a babá. Isso, de fato, poderia prevenir alguma agressão. 'Ninguém bota câmera em prédio para pegar ladrão distraído', diz ele. As câmeras são colocadas bem à vista justamente para evitar o roubo. Algumas mães temem, porém, que se a funcionária souber da câmera, poderá ser dissimulada, ou seja, tratar a criança bem na frente do dispositivo e mal longe dele.
E a confiança, onde fica?
Isso levanta ainda outra questão. Será possível manter uma relação amigável com a babá quando ela está sendo vigiada por câmeras? Doris Barg, proprietária da loja especializada em mães Mammy To Be, que também oferece cursos e agenciamento de babás, acredita que não. 'A câmera implica dúvida', diz ela. A babá pode se sentir passada para trás, achar que a família não confia nela e se ressentir. Em sua opinião, o melhor mesmo é tomar precauções na hora de escolher. 'O mais importante é a integração dela na família', afirma. 'E não dá para fazer isso sem confiança.'
Roberta Rizzo, proprietária da Kanguruh, franquia especializada em treinamento e agenciamento de babás, discorda. 'Não existe maior garantia que a prevenção', afirma. Ela orienta os pais que escolhem profissionais de sua agência a utilizarem a câmera. Faz parte também de sua orientação que os pais contem às funcionárias sobre a existência do mecanismo. Porém, dos cerca de 80% dos clientes que têm o aparelho, só 30% contaram às babás.
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Berçário filmado
Os berçários, por exemplo, também foram invadidos pelo aparelho. Um dos pioneiros dessa tendência no Brasil foi o Colégio Magno/Mágico de Oz, que, ao abrir as portas, 13 anos atrás, ofereceu de pronto aos pais um serviço inédito: eles poderiam acompanhar algumas partes do dia do bebê na escola pela internet, fosse do trabalho, de casa, de uma viagem. E mais: poderiam estender o benefício - por meio de uma senha - aos avôs, avós e outros parentes que morassem longe ou simplesmente quisessem tanto quanto eles acompanhar os primeiros 'passos' do bebê. 'Já senti a demanda naquela época, pois os pais queriam estar perto dos filhos e ficavam tranqüilos por verem a criança bem', diz Claudia Tricate, diretora do colégio.
Até hoje o benefício continua firme. Uma câmera fica o tempo todo ligada na sala de estimulação do berçário e, no caso dos mais velhos, algumas atividades especiais são transmitidas aos pais pela web. A escola passa uma circular e avisa o que será transmitido. 'Nossas câmeras não são de segurança, mas de acompanhamento', afirma Claudia. 'É para eles acompanharem o desenvolvimento dos filhos.' A escola já foi surpreendida com telefonemas ansiosos como 'mas é ele que está chorando?'. Ou emocionantes como 'eu vi ele dando um passinho!'.
Em 2005, com um boom de vendas de webcams e afins, muitas escolas passaram a oferecer o serviço, uma ótima estratégia na luta por um diferencial no mercado. Algumas empresas enxergaram o filão na hora e investiram em um serviço especializado. A Cameraweb, por exemplo, mantém o site Patiovirtual e com ele atende a 30 colégios paulistanos. 'Os acessos são mais freqüentes durante a primeira semana do aluno, no período de adaptação', afirma Eduardo Miamoto, gerente da empresa.
A câmera foi um ponto importante para a gerente de projetos em telecomunicação Débora Garcia na hora de procurar a escola para o filho Vinícius, de 9 meses. Ela costuma vê-lo pela internet duas vezes por dia, o que a deixa mais tranqüila. 'Vi as primeiras engatinhadas pela webcam', conta. Débora já ligou na escola uma vez, para reclamar que o filho chorava na hora de dormir. Mas o colégio explicou que a rotina era necessária e ela acabou por concordar. 'Com as câmeras, vejo que a escola não tem nada a esconder', afirma.
O corretor de seguros José Flávio Bernardini, pai de Isabela, de 2 anos, também é fã do benefício. 'Assim consigo monitorar o aprendizado dela, ver se está interagindo com os colegas' diz ele, que não considera o ato como sendo de vigilância, mas sim de acompanhamento da rotina.
No Colégio Itatiaia, em São Paulo, existem câmeras há quatro anos e em pontos estratégicos, como o parque, a sala de estimulação e a piscina de bolinhas. 'No princípio, algumas mães ligavam querendo controlar a rotina da criança. Hoje, os telefonemas que recebemos são para virar o rosto do bebê para a câmera', afirma Cláudia Venelli, coordenadora pedagógica. As câmeras em uma escola vão além disso. No Colégio Ciman, em Brasília, as câmeras estão presentes há cinco anos. São 140 unidades espalhadas pelo colégio, inclusive em sala de aula. Ou seja, estão lá para muito além da curiosidade de alguns pais. 'Servem para nosso controle e para inibir vandalismo ou cola', diz Atef Aissami, diretor da escola. Segundo ele, passado o estranhamento (houve dificuldades de adaptação inicialmente, pois os professores se sentiam vigiados) todo mundo gostou. Os pais têm acesso às áreas de recreação, como parquinho, pátios e quadras.
Diálogo com os filhos
A psicóloga Andréa Morais quer distância das câmeras, e não só como especialista. Ela tem filhos na Escola Parque, no Rio de Janeiro, que nunca instalou câmeras. Hoje as crianças têm 9 e 13 anos, e ela reafirma sua certeza. 'Não vejo como isso ajudaria na educação. A relação de aprendizagem requer confiança', diz. Como toda mãe, Andréa se sente insegura muitas vezes, mas acredita que deve resolver isso sozinha. 'Também não é legal usar a gravação como forma de aliviar a culpa por não acompanhar o crescimento do filho. A relação é unilateral: você mata a saudade, ela não.' E isso, para ela, é apenas parte do problema. 'As imagens tolhem a narrativa. O filho não precisa contar o que houve no dia, pois você já sabe tudo', diz. Patrícia Konder Lins, diretora da Escola Parque, onde estudam os filhos de Andréa, concorda. 'Se os pais souberem tudo o que a criança faz na escola, não haverá diálogo.'
E diálogo conta muito em qualquer relação. Anna Marianno, coordenadora pedagógica de educação infantil da Escola Viva, de São Paulo, diz que escola é um lugar em as crianças constroem sua história com seus colegas, professores etc. A comunicação com os pais é feita de outra forma, com reuniões, na entrada e na saída, por meio de trabalhos apresentados, atividades especiais. 'A criança tem de ter autonomia para não dizer aos pais o que se passa na escola, se não quiser ', diz Anna Marianno. Ela pede atenção ao fato de que um dispositivo pode dar apenas um lado da história. 'É apenas um recorte da situação.'
No consultório da psicopedagoga Raquel Caruso, não são poucos os casos de abuso de poder dentro das escolas. Há professor que rasga trabalho de aluno em sala de aula ou funcionário que come lanche levado de casa pela criança. São situações assim que justificam esse tipo de recurso de proteção. Dar uma espiadinha, matar a saudade ou vencer a curiosidade de saber que mundo novo é esse do filho é compreensível, claro. 'Mas se é para vigiar, é melhor repensar a escola. Por isso, em qualquer uma das duas situações, precisa haver muita conversa entre pais e instituição', afirma.
Autonomia, liberdade, discernimento são outras palavras a entrarem neste complicado assunto. Como é que ensinaremos isso às crianças se estivermos o tempo todo evitando os males da vida? Por outro lado, como é possível deixar o filho passar um aperto sem intervir? É difícil, mesmo, saber até que ponto proteger os pequenos. 'Algumas pessoas querem atingir uma situação impossível de segurança absoluta', afirma Eduardo Ferreira-Santos. Não dá para exagerar e viver na ansiedade extrema. É bom evitar os riscos, mas não se pode viver em função deles. Como tudo na vida, o uso da câmera é uma questão de bom senso e de bom uso. Se você presta mais atenção às ações da babá que aos sentimentos do seu filho, talvez seja hora de rever as prioridades. Até porque não dá para filmar a criança o tempo todo.
Seja qual for sua escolha, com câmera ou sem, o que nunca pode acontecer é deixar de observar seu filho. Olhar atentamente suas reações, como ele se comporta com as pessoas, se ele se sente intimidado ou à vontade na presença da babá, da professora, dos colegas de classe. Nenhuma câmera substitui esse olhar cuidadoso, de carinho.
Caiu na rede
A coluna de Anna Ramalho trouxe nota sobre a qualidade dos serviços da Kanguruh.
A Kanguruh São Paulo participou da matéria publicada na Revista Crescer de novembro de 2007
Elas vão fazer diferença
Construir uma rede de sobrevivência dos suspiros iniciais do seu filho aos anos seguintes, além de saudável, é essencial.
Você pode não acreditar, mas nos primeiros dias depois do nascimento talvez não consiga fazer nada além de comer, dormir e amamentar. Um pequeno grupo de pessoas à mão faz tudo parecer mais fácil. "Uma mãe sozinha no pós-parto não funciona. Ela precisa de outras pessoas", diz Vera Iaconelli, coordenadora da Gerar - Escola de Pais, de São Paulo. "Historicamente a maternidade sempre foi mais coletiva do que individual. As comunidades se mobilizavam quando um bebê nascia", afirma Silvia Pinheiro Machado, psicóloga do Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade (Gamp), de São Paulo. Ainda na gestação, enquanto você tem tempo e o bebê é um feto, imagine a rotina que terá e as pessoas e os serviços necessários para dar conta desse cotidiano. Aqui mostramos alguns personagens-chaves, desde os óbvios, como o obstetra, até alguns impensáveis, como a mulher do zelador, a ser recrutados para cuidar de você.
Os obstetras Deveriam cuidar da saúde global de suas pacientes, e isso inclui o emocional e o psicológico. Muitos se restringem, nas consultas de retorno, a olhar a mulher do pescoço para baixo: seios, pontos, períneo. "O obstetra deveria escutar essa nova mãe e ser o primeiro da rede a detectar se algo está indo mal", diz Vera Iaconelli. Prepare-se para questioná-lo sobre tudo, dos gases às lágrimas que podem ser derramadas tão facilmente.
O pediatra Ele é o primeiro profissional que vai ajudá-la com o bebê. Como chegar a ele? Na maioria das vezes, por indicação. Amigas, familiares ou o seu obstetra são as pessoas que dão informações confiáveis sobre ele. Reserve o último trimestre da gestação para procurá-lo. Conversar com vários, mesmo que pelo telefone, ajuda a fazer comparações, perceber o estilo de cada um: se é disponível, simpático, prático, se faz o estilo paizão. Se é moderno ou conservador. Há até aqueles que visitam em casa. Escolher o médico antes não é garantia de sucesso - pode ser que depois de algumas consultas, já com o bebê, você descubra que gostaria de outro perfil. Mas a tranqüilidade de já ter para quem ligar no primeiro dia do bebê em casa não tem preço.
Consultora de amamentação e doula pós-parto Ainda bem que essas profissionais existem. Elas vão até sua casa, ficam quanto precisar, ensinam cuidados básicos com o nenê, como o banho, a limpeza do coto umbilical e, principalmente, orientam sobre a amamentação. "Já fiquei cinco horas com uma mãe de gêmeos", diz Márcia Koiffman, 39 anos, enfermeira obstétrica e consultora de amamentação. Esse é um dos grandes nós a ser desatados bem no início do pós-parto. Os seios ingurgitam, fissuram, o bebê chora demais porque mama de menos.
O trabalho da doula vai além disso. Ela esclarece dúvidas sobre cuidados com os pontos da cesárea e até a relação sexual. Ainda, se dispõe a ninar o bebê, dando à mãe mais tempo para comer, tomar banho e até tirar uma soneca. É uma ajuda necessária e que não tira o poder materno. "Digo que estou lá para cuidar dela também", diz Ana Paula Garbúlio, doula pós-parto. É uma ajuda crucial nesse início de vida. Há muitos detalhes a ser aprendidos e durante a gestação ninguém dá atenção a eles. As doulas pós-parto e as consultoras são encontradas em sites e através de obstetras e pediatras com os quais trabalham em parceria.
As experientes - Mães, novas, velhas e virtuais Pode soar óbvio, mas ninguém consegue entender e ajudar você a entender de maternidade mais do que outra mãe. Considere-se afortunada se tiver pessoas experientes em seu universo - mães, irmãs, cunhadas, amigas. "Hoje é muito comum encontrar jovens pais que nunca tiveram contato com outras crianças num passado recente. O primeiro bebê que eles vêem é o filho", diz Honorina de Almeida, pediatra, professora-doutora do Instituto de Saúde do Estado de São Paulo. A falta desse contato com o universo infantil é superada com leitura, informação, participação de grupos de gestantes. Tudo isso é ótimo. Só que o bebê não sai de dentro de um manual. Nem vem com um, acoplado nas costas. Outros problemas, além da amamentação, também surgem nos primeiros dias de pós-parto. E as respostas, na maioria dos casos, não estão nos livros. Vêm de uma mãe experiente. Ela vai entendê-la até porque fala o mesmo idioma.
A farmacêutica Mônica Duque dos Santos pesquisou sobre parto, amamentação. Buscou um pediatra especializado em aleitamento exclusivo. Ouviu as amigas experientes. Pediu a companhia da mãe por 40 dias e solicitou o marido, Américo, quantas vezes foram necessárias. E manteve a empregada. Apesar de toda essa network, admite, foi muito difícil. Mãe, marido, avó se revezavam nos cuidados com Bruno. Ainda assim, no final do dia estavam todos estavam exaustos. "Não sou orgulhosa. Procurei apoio porque sabia que não daria conta. Sozinha, acho que teria enlouquecido", diz ela.
O apoio incondicional da mãe de Mônica foi essencial, mesmo porque no início do pós-parto nem sempre é fácil encontrar outras mães. O esforço em vê-las, porém, vale a pena. Pode fazer toda diferença. Você sai de dentro de casa. Esses passeios a fazem sentir como um ser humano de novo e não apenas uma competente máquina de amamentar. Esses grupos, muitas vezes, surgem informalmente em parquinhos ou pracinhas. As mães virtuais oferecem um jeito mais conveniente de se fazer contato. Os blogs maternos crescem na rede. Mônica participava de uma lista de discussão de gestantes na internet. Depois que o Bruno nasceu sentiu falta de conversar sobre as dúvidas que se avolumam no pós-parto. Por sorte, uma amiga dela sentiu a mesma dificuldade e fundou um grupo de discussão.
Colaboradores - Empregadas, faxineiras, babás Muitas mulheres descobrem que contratar uma pessoa que dê conta do serviço da casa é a chave para manter a vida da família minimamente em ordem. Empregadas ou faxineiras são o braço direito das mulheres. Ninguém discorda disso. Após o nascimento, elas continuarão essenciais. Além de manter a casa em ordem, podem ir ao supermercado, à feira e ao açougue. Se você ou seu marido comandam essas funções, pensem em delegá-las, mesmo que temporariamente. A faxineira semanal pode passar a vir mais dias na semana, por exemplo. A idéia de a empregada comprar o pão não lhe agrada? A internet é uma saída razoável. Dá para fazer supermercado, farmácia, tudo online, e ainda encontrar cozinheiras - aquelas que vão à casa, cozinham e congelam as refeições enquanto você fica com o bebê. A contratação de uma empregada deve ser feita ainda na gravidez. Assim como a babá, se você deseja ter uma. Comece a procurar por volta do oitavo mês de gestação. Dessa forma, você terá um mês para selecionar, contratar e conviver com ela antes do nascimento. "Nesse tempo, a profissional será observada sobre como se comporta numa rotina que essa mãe imagina", diz Márcia Coelho Medeiros, psicóloga e coordenadora da Kanguruh Baby Care, de São Paulo.
Novos atores A rede de sobrevivência começa na gestação e nunca mais se fecha. Novos membros surgem porque as necessidades mudam. Vizinhos, por exemplo, podem ser essenciais. Conhecê-los é importante. É possível que você necessite de uma mão e será muito mais fácil pedir a ajuda de uma pessoa com quem já estabeleceu amizade. Vizinhos com filhos, então, nem se fala, pois podem até ficar com o seu em um momento de emergência. A mulher do zelador, por exemplo, pode ser uma ótima baby-sitter para o sábado à noite.
Um motorista também é capaz de se agregar a essa network. Foi por acaso e por necessidade que Beatriz Elia descobriu seu João. Ele é um taxista. Trabalha na rua onde ela mora há mais de 20 anos. Foi apenas depois do nascimento dos filhos (Beatriz é mãe da Juliana 21, Felipe, 20, e dos gêmeos Beatriz e Alexandre, 15 anos) que ela passou a utilizar os serviços do taxista. "Quando não tinha quem levasse as crianças para o clube, a babá chamava o seu João", conta ela. Os meninos cresceram. As babás se tornaram desnecessárias. Mas seu João ficou. "Confio muito nele. Sempre foi correto. Hoje é uma espécie de motorista 'particular' da gente", diz Bia, brincando. Matéria de Patrícia Cerqueira.
Elas estão mais preparadas
O jornal Extra listou vários cursos gratuitos para mulheres, cuja participação no mercado de trabalho aumenta cada vez mais, segundo pesquisas do IBGE e da organização americana Catalyst. O curso da Kanguruh foi o escolhido para representar o segmento de babás, com a participação da coordenadora Simone Barreto. Matéria de Valéria Maniero.
Psicóloga orienta escolha do presente do Dia das Crianças
São muitas as tentações para os pequenos: as bonecas mais novas e os últimos lançamentos em carrinhos e jogos invadem os intervalos comerciais da tevê e o colorido das vitrines dos shoppings. Mas o que os pais devem levar em consideração na hora de escolher o presente para o Dia das Crianças? O brinquedo que povoa o desejo do filho ou o objeto educativo mais adequado à sua idade?
Na opinião da psicóloga Rafaela Régis, a criança atual precisa muito mais da atenção dos pais do que de um presente material. “Passar um dia especial, brincando com o filho, talvez traga muito mais frutos do que dar um presente caríssimo para a criança”, afirma a profissional da Rede Kanguruh de Babás.
“Convivemos com pais que têm três babás – uma para o dia, outra para noite e outra para o fim de semana. Praticamente, a criança convive mais com a babá do com que o pai e a mãe. Com certeza, ela iria preferir passar um dia especial ao lado deles do que ganhar um super-presente”, explica Rafaela Régis.
Para quem pensa em unir a convivência com os pequenos ao gesto de presentear, a escolha do brinquedo faz toda a diferença. Comprar a boneca ou a coleção mais cara nem sempre é o melhor caminho, afinal é na infância que a criança começa a aprender o valor das coisas. “A criança precisa aprender que ela tem um limite, e isso começa desde os primeiros meses de vida. Ela precisa saber que, na vida, nem sempre se consegue tudo o que se deseja”, diz Régis.
Uma lição que a publicitária Manuela Camargo já ensina ao filho Lucas, 5 anos. Enquanto tentavam escolher o melhor presente para a data, o menino ficou entusiasmado com uma coleção do Lego que custava R$ 499, mas a mãe logo ressaltou que o mimo estava fora do orçamento da família. “Filho, esse brinquedo nem pensar, é muito caro”, afirmou.
“Existem muitas coisas baratas e divertidas. Pai e filho podem criar um brinquedo a partir de material reciclado, por exemplo. Tenho certeza de que esse será um momento mais inesquecível para a criança do que receber o último lançamento, o brinquedo do momento”, enfatiza a psicóloga, ressaltando a importância de observar a faixa etária à qual o item é destinado, para a própria segurança dos meninos e meninas.
Essa foi uma das preocupações da engenheira química Dilma Hohlenwergee na escolha do presente para Ian, 4 anos, em meio às prateleiras abarrotadas de brinquedos da loja BMart, no Shopping Iguatemi, ontem de manhã. “Quem escolhe é ele, mas tem que respeitar o limite de preço, a idade e a interatividade. Tem que ser um brinquedo que faça com que ele se mova, e não fique apenas olhando parado, como um videogame”, explicou. O casal Cassilda e Egar Calmon estava entretido com o universo dos jogos educativos. “Queremos levar algo que faça com que nossa filha aprenda alguma coisa enquanto brinca”. Matéria de Adriana Jacob.
Brincando de viajar no túnel do tempo
A psicopedagoga da Kanguruh, Simone Barreto, deu as dicas da matéria sobre os melhores brinquedos para darmos aos nossos filhos no Dia da Criança. Matéria de Eliane Nóbrega.
Vagas de babá já atraem homens
A popstar Madonna chamou atenção da mídia ao contratar um homem como babá para cuidar de seu filho adotivo David. A prática não é novidade no exterior, mas, para a moda pegar no Brasil, é preciso vencer barreiras culturais, segundo especialistas.
Ainda assim, homens já começam a se candidatar para vagas de emprego de babá, profissão tradicionalmente desempenhada por mulheres. “É uma novidade no Brasil e, por isso, há questões para rompermos. Tipicamente as babás são do sexo feminino, com isso as famílias confiam mais em mulheres. Os homens, por outro lado, talvez não se vejam desempenhando esta função”, afirma Ana Cássia Maturano, psicóloga e psicopedagoga pela Universidade de São Paulo (USP).
Janílson Reis, de 21 anos, já cuidou de duas crianças em Belém, cidade onde mora, e deseja trabalhar como babá novamente. “Ficava encarregado de levar e buscar dois irmãos da escola. Fazíamos o caminho a pé. Quando chegava à casa deles, brincava por uma hora, até que o pai voltasse do trabalho”, afirma o rapaz.
Na ocasião, ele foi contratado pela vizinha e exerceu a função durante cerca de dois anos. “Só parei de trabalhar porque as crianças mudaram para uma escola mais próxima de onde moravam”, conta.
Especialização
Atualmente o rapaz faz um curso para babás em busca de aperfeiçoamento. “Acho que é raro ver homens como babás, mas tenho habilidade com crianças. Gostaria de trabalhar em casa de família ou em creches.”
Reis é um dos dois homens do curso promovido pela agência de babás Kanguruh, em Belém. A turma conta, ao todo, com 16 alunos, mostrando que a parcela masculina ainda é reduzida. O curso tem duração de quatro meses, com aulas de segunda a sexta-feira e estágio supervisionado.
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Pontos a favorA psicóloga Amanda Couceiro , que presta assessoria a uma agência no Pará que dá curso de especialização para babás e as coloca no mercado de trabalho, afirma que, independentemente do sexo do profissional, a seleção para uma babá deve ser cautelosa. Segundo Amanda, referências e antecedentes devem ser checados. Os pais também devem monitorar o profissional durante um período de adaptação.
“A forte entrada das mulheres no mercado de trabalho de uns anos pra cá fez com que os pais tivessem que dividir algumas funções nos cuidados com os filhos, que antes ficavam restritas à mãe. Por isso, acho que a idéia de que babás devam ser exclusivamente do sexo feminino tem chances de ser quebrada”, afirma.
Outro ponto positivo é a disposição física dos homens. “Eles têm mais fôlego para correr, jogar bola, praticar esportes. Para a profissão emplacar, resta a confiança das famílias”, afirma a psicóloga. Em
Serviço de babás tem reforço
A Kanguruh Baby Care abriu uma franquia de recrutamento de babás bem treinadas no Recife
Recife ganhou, este mês, mais uma empresa de recrutamento de babás para o mercado de trabalho. A Kanguruh Baby Care inaugurou uma franquia na cidade, no último dia 18, na Avenida Conselheiro Aguiar, nº 1.472, em Boa Viagem. A empresa é especializada em encaminhar babás de alto padrão para as vagas no mercado.
O investimento na franquia foi de R$ 50 mil. A empresa já está presente em 10 Estados. O cadastro das babás é formado por profissionais especializadas. A empresa tem normas rígidas de entrevista, exige um preparo técnico e experiência das candidatas.
Os cursos oferecidos pela empresa são psicologia infantil, nutrição, primeiros socorros, cuidados neonatais, fonoaudiologia e segurança para babás. O último é ministrado por um militar da ativa. “Ainda temos o curso de ética e postura profissional. Com o aumento da violência, é preciso que as profissionais estejam atentas ao andar nas ruas com as crianças. É necessário também saber como agir em casos de acidentes domésticos e até mesmo quando existe suspeita de assalto ou sequestro”, ressalta a franqueada da Kanguruh Recife, Camila Valença.
Segundo ela, a empresa checa com rigor todas as indicações das candidatas. “Toda a experiência e as referências são checadas em um processo documentado e transparente aos pais que podem, se quiserem, refazer todo o caminho percorrido pela Kanguruh durante a checagem”, explica Camila.
EXIGÊNCIAS
As babás selecionadas têm ficha criminal limpa, carteira de vacinação em dia e aprovação no processo seletivo realizado por psicólogas (que se estende do cadastro à aprovação final no curso) e ainda passam por um exame de saúde.
Outro trabalho feito pela empresa é a seleção de babás voltadas para o cuidado de crianças especiais. Nesse caso, as profissionais são treinadas por um fisioterapeuta e uma fonoaudióloga. Mais informações sobre a Kanguruh Baby Care podem ser obtidas pelo telefone 3326-2577 ou no site www.kanguruhrecife.com.br.
Recife recebe agência de babás

Babá a um clique

Filhos de Celebridades

A criadora e diretora nacional da Rede KANGURUH participou da matéria de capa da revista, falando dos cuidados que se deve ter ao colocar uma babá para cuidar dos filhos de pessoas conhecidas. A matéria é de Iva Oliveira e Poliana Costa .
Curso visa qualificar babás para terem diferencial
A matéria do jornal falou da importância da qualificação profissional na profissão de babá e do sucesso da Kanguruh Belém, que em oito meses de funcionamento já formou mais de 200 profissionais, inserindo 90 delas no mercado profissional.
O curso de formação de babás da Kanguruh foi mat éria no programa da Rede Record exibido em rede nacional. Assista à matéria
Novo Manual da Babá
A Revista Crescer trouxe uma matéria sobre babás onde a Kanguruh e suas clientes de todo o Brasil participaram ativamente. A matéria é de Thaís Siqueira Lazzeri .
Entrevista com Márcia Medeiros, da KANGURUH SP
A coordenadora da Kanguruh SP, Marcia Medeiros foi a entrevistada do programa comadando por Fátima Turci e exibido em rede nacional.

" Babá: amiga ou inimiga?" foi o tema debatido por Carmen Nogueiras, psicóloga da Kanguruh, Chris Nicklas, mãe de gêmeos, Suzana Vieira e Pedro camargo Mariano, sob comando de Astrid Fontenelle .
Com orgulho, ffomos matéria em duas editorias diferentes no jornal. Na editoride empregos, falamos sobre a profissão de babá. E na editoria Viver Bem nosso curso obteve destaque com uma de nossas babás, Geni Paiva, que trabalha atualmente com Andréa Veiga e seu filho.
No dia em que o Rio homenageia as babás - através de uma lei municipal, o terceiro domingo de maio é o Dia da Babá na cidade - a Kanguruh foi unanimidade nos veículos de imprensa para falar sobre a profissão. A empresa foi matéria no Jornal O Dia.
Babás mais que perfeitas em ação
A matéria, ilustrada pelos gêmeos Paulo e Bruno, filhos de Roberta Rizzo, abordou a importância da especialização das babás do século XXI. Matéria de Elaine Magalhães
Roberta Rizzo falou sobre os cuidados na contratação de uma babá. Entrada direto da Cinelândia, ao vivo.
A Psicóloga Carmen Nogueiras particiou ao vivo de debate sobre o Dia Mundial da Infância, na Rede CVC, em programa exibido em vários países.
A Kanguruh de São Paulo e ilustrou matéria que contou também com a participação de Roberta Rizzo, seus filhos gêmeos e uma de suas babás, Adriana. A matéria alertou para a necessidade de especialização das babás
Curso ensina como ser babá qualificada
Na hora de contratar um profissional para cuidar dos filhos enquanto trabalham fora, os pais estão cada vez mais exigentes quanto a qualificação e experiência. Só a carta de referência não está sendo suficiente para definir a escolha. E com vistas nesse mercado estão surgindo cursos e agências de mediação desses profissionais.
Funcionando desde janeiro em Curitiba, a Kanguruh - empresa que atua na qualificação e contratação de babás em 12 estados brasileiros - está oferecendo cursos gratuitos para quem quer ingressar na profissão. Uma das diretoras da empresa, Carolina Benini, conta que atualmente a ocupação de babá está sendo reconhecida como uma profissão, pois antes era apenas vista como uma empregada doméstica, que nas horas vagas também cuidava das crianças. "Hoje existem até pessoas com curso superior que estão trabalhando como babás. São enfermeiras, pedagogas e outras profissionais que estão ingressando nessa área", disse.
Segundo Carolina, dependendo da qualificação e experiência, os salários podem variar de R$ 400 a R$ 1 mil. O curso oferecido pela Kanguruh tem 22 horas/aula e inclui no programa disciplinas como primeiros socorros, ética e postura profissional, noções de etiqueta, prevenção e segurança, nutrição infantil, fonoaudiologia, aleitamento materno, cuidados com o neonatal e desenvolvimento infantil. Segundo Carolina, as únicas exigências para participar do curso é ser maior de 18 anos e não ser fumante. Matéria de Rosângela Oliveira .
Babás recebem qualificação
Mais de um ano após a morte da babá Marielma de Jesus, ainda é grande o número de crianças que trabalham na função. No Pará, cerca 25 mil crianças estão envolvidas com o trabalho infantil doméstico, dos quais 95% são do sexo feminino.
Uma das formas de combate a essa situação é a contratação de adultos. “Se quiserem ajudar meninas pobres, que paguem o material escolar, roupas e remédio, mas sem tirá-las de suas famílias. E quem conhece casos de meninas babás que denunciem às autoridades”, afirma Ida Pietricovsk, do Unicef.
Segundo Ida, o processo de retirada da criança de sua família é extremamente violento e alerta para uma realidade cada vez mais cruel: alguns estudos apontam que mulheres filhas de empregadas domésticas acabam trilhando pelo mesmo caminho das mães.
Para quem quiser contratar os serviços de profissionais já há em Belém a empresa Kanguruh, que oferece cursos de qualificação para babás gratuitamente. O treinamento é gratuito, os requisitos básicos são saber ler e escrever e que a pessoa goste de criança. “Não é basta estar desempregada. É por isso que fazemos uma seleção, com avaliação psicológica e checagem de referências. Depois ainda é necessário fazer uma prova”, explica a psicóloga Amanda Couceiro, coordenadora da Kanguruh. “É necessário dar condições para as trabalhadoras, pois se elas estiverem bem, vão cuidar melhor das crianças”, ressalta.
Entre os conhecimentos que as babás adquirem estão primeiros socorros, nutrição, odontologia, fonoaudiologia, recreação e desenvolvimento infantil. Um dos destaques é o de segurança: por meio dele a babá aprende a prevenir acidentes e situações de perigo. “Uma das instruções que damos, por exemplo, é que ela nunca dê informações a respeito da família com a qual está trabalhando”, conta a psicóloga. Matéria de Flávia Ribeiro .
Aprendendo nos Shoppings
O caderno Barra do Globo trouxe matéria sobre cursos que são ministrados em shoppings. A Kanguruh, que inovou ao escolher um shopping para estabelecer-se, pensando no conforto de seus clientes, foi uma das empresas citadas - e a única no seu segmento. Matéria de Rafael Teixeira .
Preparo
A empresária Fernanda Romancini continua orientando babás na cidade. O curso já formou cerca de 200 profissionais desde o ano passado e 80% delas estão empregadas. Durante as aulas, elas têm noções de higiene, nutrição e psicologia infantil. Coluna de Paula Santana , no Jornal de Brasília.
O dia-a-dia da psicóloga Amanda Couceiro
A psicóloga e empresária Amanda Couceiro, da Kanguruh Belém foi destaque na coluna Top Day , do Diário do Pará . Uma página inteira foi destacada para Amanda, mostrando que, apesar da vida corrida à frente de suas duas empresas, ela faz questão de dedicar tempo exclusivo para o marido Leopoldo Couceiro e os filhos Fernanda e Felipe. Matéria de Nathália Moraes Rêgo. Fotos: André Mello.
Viagem e férias tranquilas
A Revista O Globo trouxe, nesse domingo, matéria na qual a Kanguruh listou os principais perigos para as crianças em férias e os cuidados a serem tomados para evitar riscos. Matéria de Tânia Neves .
A Kanguruh de Belém foi matéria no jornal O Liberal.
Centro garante treinamento para qualificação de babás
Muitas mulheres que gostam de crianças têm chance de se preparar
Depois de conquistar as famílias cariocas, enfim, a Kanguruh, centro de treinamento e contratação de babás chega em Belém. Na região, a responsável pela empresa é a psicóloga Amanda Couceiro. A filial tem tudo para dar certo, já que segundo a empresária, muitas mães estão em busca de mão-de- obra segura e qualificada para cuidar de seus filhos na região e além disso, muitas mulheres que gostam de crianças vão aproveitar o curso para ter a chance de se qualificarem e garantirem uma vaga no mercado de trabalho.
Hoje em dia, com o mercado de trabalho cada vez mais cor-de-rosa, as mães estão mais exigentes e desejam uma profissional com conhecimentos específicos para promover um bom desenvolvimento infantil e que passem segurança quanto à educação de seus filhos. 'Foi identificando, no dia-a-dia, as principais necessidades, expectativas e queixas das mães em relação às babás, que a Kanguruh realiza um trabalho de qualidade. A babá perfeita é aquela que sabe conciliar educação e diversão, com noções sólidas de segurança, nutrição e higiene.- diz Roberta Rizzo, diretora nacional da Kanguruh, que já possui franquias em Brasília, Cuiabá, Fortaleza, São Paulo e Paraná.
Eficiência
Para oferecer um trabalho eficiente, a empresa decidiu investir em ações de tecnologia e psicologia. Agindo assim, a Kanguruh conquista a cada dia a credibilidade das mães e oferece oportunidades de emprego e qualificação para babás. Depois de apresentarem comprovação na área, curso de enfermagem e comprovante de endereço em seu nome, a empresa faz uma checagem gravada da origem social das candidatas e da vida profissional de cada uma. No momento da entrevista, um vídeo digital da babá é feito, dando maior comodidade às mães que podem assisti-lo e escolher a profissional ideal pela homepage da empresa.
A próxima etapa é a avaliação psicológica realizada pela profissional da área. Através da avaliação é possível detectar as características pessoais da candidata, como sanidade mental, agressividade, atenção, organização, submissão, empatia, entre outros. Isto é importante para saber o que esta profissional tem a transmitir à criança a qual irá cuidar. Mas o trabalho da empresa não termina por aí. Consciente de que encontrar a babá perfeita não é tarefa muito fácil, a empresa resolveu criar soluções para trabalhar alguns problemas que surgem no dia-a-dia. Algumas profissionais não fazem um bom trabalho prático e quando as mães acham uma babá de confiança que cuida bem dos seus filhos, outros problemas podem surgir como as dificuldades no relacionamento entre as duas. Se a babá não sabe trocar fraldas, dar banho ou comida, um curso prático está sendo promovido na Kanguruh.
No local, as babás aprendem atividades referentes à função e um pouco mais sobre o universo infantil no século XXI, como, por exemplo, o porquê de não ser saudável uma criança ficar horas na frente da tv e dos vídeo-games, a importância da rotina na vida da criança, a importância do brincar, da leitura e dos computadores etc. Psicologia e Desenvolvimento Infantil, Neonatal e primeiros socorros, Técnicas de respiração boca a boca, Criança do século XXI, Prevenção e Segurança Infantil- aula ministrada por uma psicóloga, Ética e postura profissional para babás, Desenvolvimento de crianças especiais- com síndrome de down, Nutrição Infantil, Fonoaudiologia Infantil e odondopediatria infantil são os módulos do curso.
Dinâmicas
Quando o problema é de relacionamento, a empresa utiliza as mesmas alternativas de empresas de grande porte, adaptadas ao ambiente doméstico: é preciso descobrir a origem das dificuldades realizando dinâmicas entre as mães e as babás. 'A partir do momento em que a mães racionalizam que é melhor resolver os problemas que estão interferindo na relação entre ela e a babá, do que perder uma boa profissional que trata bem dos seus filhos, é possível obter resultados satisfatórios', diz Roberta. Assim, a personal nanny foi criada. A idéia está diretamente ligada com o bom entrosamento entre a babá e o ambiente familiar. O primeiro passo do trabalho se resume num diagnóstico dos problemas que a babá apresenta ao realizar as tarefas do dia-a-dia. Depois de traçar o perfil da família, a personal nanny parte para ação por intermédio de um treinamento personalizado na casa onde a babá atua, sem modificar a rotina. Quesitos como segurança, primeiros socorros, cuidados com o neo-natal, brincadeiras e higiene fazem parte deste treinamento diferenciado.
Se houvesse um preparo prévio para quem quisesse ingressar nessa profissão e punições adequadas a quem desrespeitasse as regras da categoria, a violência infantil diminuiria consideravelmente. A empresa funciona como uma escola profissionalizante. Unindo uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogas, nutricionistas, pedagogas, enfermeiras, Amanda pretende repetir o sucesso do Rio, onde depois de três anos de mercado mais de 10 mil babás já foram contratadas e formadas. Assim, ela deseja obter a confiança das mâes, o carinho das crianças e a gratidão das babás que alcançam uma vaga no mercado.
SUPERBABÁ COLOCA AS CRIANÇAS NA LINHA
A Revista Ponto com do Jornal do Brasil trouxe matéria com participação da diretora nacional da Rede Kanguruh de Babás, estabelecendo os limites da babá. Matéria de Patrícia Streit .
CURSO DE BABÁS
Nos dias 16 e 17 de dezembro, a empresa Kanguruh, localizada no Shopping Aldeota Expansão, promoverá um curso de formação de babás, direcionado para mulheres que estão fora do mercado de trabalho e gostam de crianças. Se apresentarem bom aproveitamento nas aulas, as alunas são encaminhadas para a central de vagas da empresa. No curso, as profissionais terão noções de higiene, nutrição e educação infantil. Mais informações: www.kanguruh.com.br ou pelo telefone: (85) 9164-9769. Jornal O Povo .
Mara Façanha, psicóloga e diretora da Kanguruh Ceará foi entrevistada e falou sobre o trabalho desenvolvido pela Kanguruh .
Mara Façanha, psicóloga e diretora da Kanguruh Ceará falou sobre o mercado de trabalho para as babás, na emissora que é a afliada do SBT no estado.
Fernanda Romancini, diretora da Kanguruh Brasília, foi entrevistada no Bom Dia DF , da Rede Globo.
Babá online
Especializada na seleção de babás, a empresa Kanguruh Fortaleza, criou em seu site ( www.kanguruh.com.br ) a seção ‘‘Babá Digital'' para facilitar aos pais a escolha das profissionais para cuidar de seus filhos. O site disponibiliza vídeos de entrevistas com as candidatas. A novidade agora é o vídeo-torpedo, com a divulgação de um ‘‘vídeo-currículo'' das profissionais via celular.
Cuiabá ganha escola de babás
Cuiabá agora tem a sua própria escola de babás. A iniciativa trazida do Rio pela psicóloga Renata Muller já está sendo um sucesso. A idéia é que os pais pensem duas vezes antes de contratar uma profissional que tome conta dos seus filhos, atitudes como esta evitariam casos de violência domésticas vistos nas manchetes e além disso diminuiria a exploração infantil, quando famílias utilizam meninas, menores de idade, para atuarem com babás.
Além de indicar babás com boas referências para os pais, a empresa também forma super babás. O superlativo pode ser utilizado já que além de atividades recreativas, durante o curso, as alunas aprendem noções sólidas de nutrição, higiene e segurança infantil. Afinal, segundo Renata Muler, babá não é apenas aquela que brinca, mas é aquela que cuida. "Hoje em dia, com o aumento da violência, é preciso que as profissionais estejam atentas ao andar nas ruas com as crianças, é necessário também saber como agir em casos de acidentes domésticos e até mesmo quando existe suspeita de assalto ou sequestro", comenta Renata.
Para as crianças especiais, a empresa já entrou na onda Manoel Carlos e possui atendimento personalizado, o que reúne a fisioterapueta, fonoaudiólioga, a criança com síndrome de down, a babá e os pais para estimular os movimentos e a fala, tudo em conjunto.
A Kanguruh está fazendo a cabeça dos pais pelo Brasil e conscientizando-os da importância da checagem das referências e da avaliação psicológica na escolha da babá, até agora já são cinco filiais: Brasilia, Fortaleza, Maranhão, São Paulo e Curitiba,mais a sede no Rio de Janeiro. A próxima parada é imternacional: em Portugal. A comodidade da empresa para os pais é tanta que o investimento na área tecnológica é pesado: em vez de irem a loja para escolher suas babás, os pais podem fazer a seleção pela internet. O site disponibiliza a entrevista com candidatas aprovadas. Reunindo psicologia e tecnologia, Renata Muller pretende conquistar as famílias da região e aumentar o mercado de trabalho para as babás. Mais informações no site www.kanguruh.com.br ou pelos telefones (65) 3028-1221e 3028-1223.
Mara Façanha está em nota na coluna Gente de Empresas, do Diário do Nordeste.
Berço e mercado
A empresária Mara Façanha comemora o sucesso da Kanguruh, no Shopping Aldeota, com curso de formação e qualificação de babás em turma de 30 alunas. Nota de Moacir Maia.
Treinamento
E a empresária Fernanda Romancini participou de um intensivão na empresa de babás Kanguruh, no Rio de Janeiro, e trouxe a franquia para o Sudoeste. Está fervendo de mães dependentes de babás para sobreviver. Coluna Paula Santana
Qualificação
A empresária Renata Muller forma o seu primeiro grupo de babás na Kanguruh. A partir de segunda- feira, pais e mães de plantão, desesperados em busca de babás, já podem contratar uma profissional qualificada, e com certificado. Tudo é monitorado através do site da escola. É a modernidade a favor da comodidade dos papais. Coluna Fernando Bacarat
Empresa especializada em babás abre no Ceará
O Diário do Nordeste fez matéria sobre a KANGURUH FORTALEZA, que será inaugurada na primeira semana de setembro. A loja ficará situada no Shopping Aldeota. (somente acessível para leitores cadastrados)
Há quem diga que não há preço que pague uma boa babá, de confiança, que tenha empatia com a criança, seja higiênica e cuidadosa. Encontrar uma pessoa assim é raro, mas pode tornar-se mais fácil com a instalação da primeira empresa, no Ceará, especializada no treinamento e contratação de babás, enfermeiras, babysitters, folguistas e mensalistas, todas especializadas em cuidar de bebês e crianças.
A idéia é que o lançamento da Kanguruh seja no dia 5 de setembro, no Shopping Aldeota Open Mall, às 18 horas. A empresa, do Rio de Janeiro, possui franquias em São Luís, Brasília e Cuiabá. Também em setembro, uma filial deve ser aberta em Portugal.
A empresa trabalhará em duas frentes. Pessoas interessadas em trabalhar na área, cuidando de crianças, passarão por uma triagem inicial e depois farão curso de um fim de semana. “Mesmo com experiência a pessoa terá que fazer o curso”, explica a psicóloga e coordenadora da Kanguruh no Ceará, Mara Façanha.
“Exigimos exames de sangue, pele, pulmão e a ficha corrida policial e cível limpa. Também checamos todas as referências, não só ligando, mas investigando se aquela pessoa não é uma amiga da babá que está se fingindo de ex-patroa, conversamos com ex-patrões, checamos o comprovante de residência”, explica a psicóloga”.
No site da empresa, haverá foto da babá, currículo, uma entrevista em vídeo e sua posição no processo seletivo. Feito o acordo entre empresa e responsável pela criança, o cliente pode fazer quantas entrevistas achar necessárias, com ou sem acompanhamento de um profissional da Kanguruh.
Escolhida a babá, enfermeira, babysitter, folguista ou mensalista, Mara Façanha informa que a empresa continua fazendo acompanhamento da contratação, inclusive com a possibilidade de se fazer um treinamento na casa da pessoa, com babá e crianças junto. “Isso acontece mais com crianças com necessidades especiais, mas pode ser com qualquer pessoa interessada”, diz.
SERVIÇO: Mais informações no endereço eletrônico www.kanguruh.com.br ou pelo telefone (85) 9164-9769.
A inauguração da Kanguruh Brasília foi nota na coluna de Paula Santana, no Jornal de Brasília de 12/08/2006.
A psicóloga Juliana Zorzi falou ao programa sobre a profissão de babá e sobre o projeto de regulamentação da profissão, que aguarda votação no Congresso Nacional,proposto pela Kanguruh.
Com pouco mais de três anos e só seis meses de franchising, a Kanguruh Baby Care vai ganhar o mundo. Em setembro, a empresa de recrutamento,seleção e treinamento de babás inaugira a primeira franquia em Lisboa, Portugal. A primeira loja da Kanguruh surgiu na Barra. E desde janeiro deste ano fdoram abertas quatro franquias (Fortaleza, Brasília, Maranhão e Cuiabá) Nota de Luciana Calaza .
A Revista O Globo trouxe, nesse domingo, matéria na qual a Kanguruh listou as queixas mais frequentes dos pais em relação às babás. Matéria de Tânia Neves .

Existe um mercado em expansão e carente: a profissão de babá. A procura por contratar uma profissional com uma boa formação é crescente. Com pais cada mais exigentes, as babás precisam de qualificação para facilitar a vida das mães que trabalham fora.
Os empregadores estão pagando bem, mais do que a média, quando encontram uma profissional à altura de sua expectativa. Uma babá que trabalha somente nos fins de semana e feriados ganha em torno de R$ 400 por mês. Aquelas que têm folga semanal recebem de R$ 600 a R$ 800 mensais. E as que tiram folga quinzenalmente têm um salário variando de R$ 800 a R$ 1,2 mil.
Mas não basta apenas gostar de criança para se candidatar ao cargo. Apesar do crescente número de vagas com bons salários, é preciso aperfeiçoamento para entrar no mercado de trabalho.
Compreendendo bem a difícil situação da mulher que trabalha fora e precisa de ajuda na criação de seus filhos, e percebendo a falta de babás qualificadas e preparadas no mercado, Roberta Rizzo criou um curso de formação e treinamento para babás.
Roberta perdeu a mãe quando estava grávida e ficou desesperada. Depois que seus gêmeos nasceram, ela entrevistou várias pessoas, mas não encontrava a babá ideal para cuidar de seus filhos e resolveu criar a empresa Kanguruh Baby Care, unindo uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogas, nutricionistas, pedagogas e enfermeiras.
"O mercado de trabalho está cada vez mais cor de rosa e com isso, as mães necessitam deixar seus filhos em casa e sair para o trabalho. Elas desejam uma profissional com conhecimentos específicos para promover um bom desenvolvimento infantil e que passem segurança quanto à educação de seus filhos. A babá precisa saber conciliar educação e diversão, com noções sólidas de segurança, nutrição e higiene", afirma.
Candidatas devem ter noções de saúde infantil
Os cursos de aperfeiçoamento (escolas de babás), além de suprirem as candidatas com informações sobre segurança, higiene e saúde infantil, são uma porta entreaberta para o mercado de trabalho. Aquelas que fazem o curso e apresentam um bom rendimento, levam, em média, 15 dias para conseguirem empregos, com salários a partir de R$ 400. Cerca de 60 alunas fazem o curso por mês e geralmente 50 passam por todo o processo e ficam aptas para o mercado.
Danielle Couto, de 26 anos, sempre gostou de criança, fez o curso normal de nível médio para dar aulas a crianças de 1ª a 4ª série e trabalhou numa creche durante dois anos cuidando de crianças de 3 meses a 4 anos. Danielle procurou o curso de babás da Kanguruh para se atualizar e para poder entrar nesse mercado mais rápido.
"O curso me atualizou, recebi um mundo novo de conhecimentos e cuidados com as crianças. A gente pensa que sabe tudo, mas tem muito mais para aprender", explica ela, que atualmente está trabalhando e recebe R$ 500 por mês.
A empresária Juiara Miranda, de 35 anos, mãe da pequena Júlia de 1 ano e 4 meses, passou pelas mesmas dificuldades que Roberta quando sua filha nasceu. Os avós da Júlia, tanto maternos, quanto paternos moram longe e precisou de alguém com experiência, de confiança e com qualificações para ajudá-la nos cuidados com a menina. Juiara então procurou a Kanguruh e contratou Elisabete da Conceição, de 29 anos.
Segundo Juiara, a Elisabete é uma ótima profissional com ótimas noções de segurança e cuidados com a saúde do bebê, atenta e preocupada.
"Já havia contrato outra pessoa, mas ela estava desatualizada e tinha vícios como sacudir demais a Júlia na hora de colocá-la para dormir, entre outras coisas erradas que as pessoas desinformadas e sem o devido preparo fazem", explica Juiara.
Elisabete, a babá da Júlia, trabalhava no comércio, mas essa não era sua verdadeira vocação e ela fez cursos de patologia clínica e de formação de babás.
"O que achei mais importante foram às aulas de segurança. Nos dias de hoje, é necessário estar sempre atenta", relata Elisabete, que trabalha de segunda a sábado e recebe um salário de R$ 1 mil.
Em homenagem a essas profissionais tão dedicadas a Câmara dos Vereadores aprovou o Dia da Babá. Será no terceiro domingo de maio, um domingo depois do Dia das Mães, a partir deste ano. Matéria: Ellen de Paula
Depois de conquistar famílias cariocas, com sua empresa de babás, a empresária Roberta Rizzo está levando a Kanguruh Baby Care para o Nordeste. Ela acaba de abrir uma franquia em São Luís do Maranhão. Bom para as mães de lá, que podem contar com assessoria na hora de contratar uma boa profissional, e para as daqui, que também vão aproveitar a novidade para importar profissionais do Nordeste, famosas por gostarem de um batente.
Coluna Anna Ramalho
Coluna Anna Ramalho

A maternidade serviu de trampolim para a vida empresarial da paulista Roberta Rizzo com a chegada dos gêmeos Paulo e Bruno, atualmente com 3 anos. A dificuldade enfrentada pela mamãe de primeira viagem na seleção de babás para tomar conta dos pequenos foi transformada em oportunidade de negócios com a abertura da Kanguruh Baby Care. A empresa, com sede no Rio de Janeiro, em dois anos foi responsável pelo encaminhamento de duas mil babás a famílias cariocas. A experiência de sucesso poderá ser instalada na Bahia através do sistema de franquias, a partir de investimento inicial estimado em R$12 mil.
"A meta é abrir 12 franquias em 2006", planeja Roberta Rizzo. Além de Salvador, a empresária busca expandir o negócio para os estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, São Paulo e a capital Brasília. Para se candidatar a ser um franqueado da Kanguruh Baby Care, o interessado terá de comprovar ter perfil empreendedor e afinidade com a área. O faturamento mensal do negócio é de aproximadamente R$12 mil.
Rizzo explica que apesar de a sede da empresa estar localizada no Rio de Janeiro, capital, a procura pelo serviço na Bahia é grande - a demanda não é atendida devido a distância geográfica. "A gente tem muito pedido da Bahia, algo em torno de 10% do movimento", disse.
A Kanguruh é uma empresa especializada no recrutamento, treinamento e seleção de babás. Segundo Rizzo, o conceito adotado pela empresa se assemelha ao de uma central de babás. As famílias interessadas na contratação de profissionais para tomar conta de crianças podem optar pelo contrato anual, orçado em R$522, o Seguro Babá, através do qual os pais contam com a indicação de babás sem limite quantitativo ao longo do ano, a depender de sua necessidade. A babá selecionada, em contrapartida, paga à Kanguruh a metade do primeiro salário que receber. A segunda opção é a assinatura do contrato padrão, que custa R$370, que garante à família da criança a possibilidade de trocar a babá duas vezes, no prazo de dois meses.
Os acordos salariais envolvidos na transação são tratados exclusivamente entre a babá e a família contratante. Além da carteira assinada, os pais também têm a opção de contratar o serviço de babysitter, para uma jornada de 12 horas, através da modalidade folguista. Para abrir a empresa, a empresária Roberta Rizzo diz que o interessado pode administrar o serviço em uma estrutura enxuta, a partir da própria casa - home office. Matéria de Tatiany Carvalho
A Kanguruh Baby Care, empresa que recruta, treina e seleciona babás no Rio de Janeiro, está em busca de franqueados no Brasil. Depois de perceber a crescente procura por babás especializadas e de firmar convênios com empresas com filiais em mais de um estado brasileiro, a empresária Roberta Rizzo decidiu franquear seu negócio. Faz parte do know-how da Kanguruh toda a checagem das referências das babás e o aparato tecnológico que torna disponível vídeos das entrevistas feitas com as candidatas. Mais informações podem ser obtidas no site www.kanguruh.com.br. Matéria de Luciana Calaza
Novamente o curso da Kanguruh foi destacado, mostrando o sucesson conseguido pelas profissionais que o frequentam. Breve, veja aqui o vídeo. Matéria de Isabela Oliveira .
A Rádio CBN de Brasília falou sobre o curso da Kanguruh e sobre o projeto de franquias da empresa, em entrevista ao vivo com Roberta Rizzo.
A Revista O Globo trouxe, nesse domingo, matéria sobre palestras gratuitas de segurança que a Kanguruh ministra nos domingos seguintes, com várias dicas para pais e babás. Veja, na segunda-feira, a íntegra da matéria nesta página. Matéria de Tânia Neves .
Invista cerca de R$ 300 e descole uma vaga com salário de até R$ 2 mil para trabalhar em casa de família. É isso mesmo! Existe um mercado ávido por contratar domésticas e babás com uma boa formação. Esses patrões pagam bem mais do que a média quando encontram uma profissional à altura de sua expectativa. Que o diga a carioca Ana Maria Lopes, 48 anos, que decidiu deixar de ser professora para ser babá. Ela fez um curso e garante que hoje ganha bem mais do que antes, apesar de não revelar seu salário.
"Uma babá com curso não ganha menos do que R$ 900 e pode chegar a receber perto de R$ 2 mil", diz Ana. A doméstica também sobe seus ganhos mensais. Dependendo da região, o ordenado mínimo é de R$ 700, e há famílias mais ricas que chegam a pagar R$ 1,3 mil.
Aprendendo o ofício
A maioria dos cursos nasceu nas próprias agências de recolocação, como é o caso da Prisma Gestão de Pessoas, de Curitiba, PR. "Nossos clientes reclamavam da falta de preparo das candidatas que indicávamos. Decidimos oferecer aulas para as domésticas aprenderem a pôr uma mesa, atender o telefone com educação, receber uma visita", comenta Valério da Cunha,um dos sócios da empresa. Babás têm matérias como primeiros socorros e noções de psicologia infantil. Reportagem de Suzana Dias .
A Kanguruh Baby Care, central de babás localizada no Shpping Cittá América, na Barra da Tijuca, já se contagiou com o espírito natalino. A empresa está promovendo uma campanha em prol das crianças do Inca- Instituto Nacional do Câncer. A instituição necessita de fraldas descartáveis de tamanhos variados, exceto tamanho P, e Sustagen, Sustain ou Sustance. Brinquedos e alimentos não perecíveis também são bem-vindos na sede da Kanguruh até 20 de dezembro.
Quem estiver passeando ou fazendo compras no shopping não pode perder esta chance de colaborar com a causa. A loja fica aberta das 10h às 18h, de segunda a sexta. Mais informações pelo telefone (21) 2132-8555. O endereço é Avenida das Américas, 700/Loja 205S.

Coluna Anna Ramalho
Babás quase perfeitas
A psicóloga Maria Rita Araújo, da Kanguruh, participa dessa matéria, que ilustrou a capa da revista, n mes de setembro de 2005. Veja mais.
A matéria abaixo foi reproduzida do Caderno "Seu Negócio" que, mais uma vez, deu destaque à KANGURUH. Matéria de ANA CAROLINA DINIZ.
Pequenas investem no planejamento financeiro
Dinheiro suficiente para investir e uma boa idéia na cabeça são fatores fundamentais para abrir uma pequena empresa. No entanto, não são os únicos. O empreendedor nunca pode esquecer que entrar no ramo dos negócios é difícil e, para obter sucesso, exige familiarização com ferramentas básicas de gestão.
Um estudo feito pelo Sebrae indica que 49,9% das empresas fechadas têm até dois anos de existência. De acordo com o diretor-executivo do site Financeiro24Horas.com, Reinaldo Domingos, um dos motivos para a manutenção deste dado é que os pequenos e médios empresários são geralmente grandes técnicos ou ótimos vendedores, mas não têm nenhum conhecimento administrativo- financeiro para montar o negócio.
- Geralmente, o microempresário começa investindo o FGTS ou uma indenização. O início é bom, mas ele não faz o planejamento dos 12 e 24 meses seguintes e o dinheiro inicial termina nos primeiros sete ou oito meses, depois a empresa deve se auto-sustentar. Aí começam os problemas explica Domingos.
O diretor diz que muitos empresários fracassam por falta de formatação do preço do produto, do orçamento, de ausência de visão estratégica, o não uso de ferramentas de gestão e devido à falta de visão e a pouca experiência.
Cursos Por estes motivos, ele aconselha que, antes de abrir as portas da empresa, o futuro empreendedor procure cursos de capacitação como os oferecidos pelo Empretec do Sebrae. Se a empresa já existe, diz Domingos, é preciso implantar alguma ferramenta de controle financeiro. No site Financeiro24Horas.com, o empresário encontra ajuda para administrar faturamento e para prever rendimentos.
O empresário deve aprender que nem sempre vender mais é sinal de boa saúde financeira. Existem empresas com muitas vendas que quebram. Um exemplo são pequenas empresas que vendem para grandes marcas, que têm a política de pagar em 90 dias. No entanto, o custo para a produção é à vista ou com pagamento em 30 dias. Como esse empresário terá capital de giro? questiona.
Com experiências anteriores em pequenos negócios, Maria Thereza Azeredo e Priscilla Teixeira abriram há um ano e dois meses a loja de produtos orgânicos e plantas medicinais Bio Armazém, no Leblon. Elas têm ajuda de um sistema que acompanha o fluxo de caixa e o controle do estoque. Lucro Como em todo negócio, o começo foi delicado, pois leva um tempo para a loja ficar conhecida e para conquistar a confiança dos clientes. Cada dia é uma conquista diz Maria Thereza. A empresária calcula que a loja só terá lucro a partir do segundo ano. "Em alguns meses, temos quer injetar dinheiro. Mas sabíamos que seria difícil."
Roberta Rizzo, proprietária da Kaguruh, especializada em capacitação e delivering de profissionais na área de cuidados infantis, disse que, quando inaugurou há dois anos, a loja teve fluxo de caixa projetado para três anos. Ela explica que os parâmetros criados na época servem hoje de base para o planejamento financeiro através de ajustes feitos de acordo com a conjuntura do mercado.
Roberta diz que lê muitos livros na área de administração empresarial, negociação, CRM (Customer Relationship Management ), finanças e marketing."Eu acho uma aventura alguém abrir uma empresa sem realizar o estudo que mostra claramente os custos fixos e variáveis e a taxa de retorno."
Roberta conta que abertura da Kanguruh, no shopping Cittá América, foi feita após estudo de viabilidade econômica. "Detectei esse nicho no mercado quando nasceram meus filhos gêmeos. Perdi minha mãe dez dias antes do meu parto e fiquei, literalmente, dependendo de babás. Percebi que não havia profissionais qualificadas para cuidar deles e que um aumento de salário não correspondia a um aumento de qualidade. Então a oportunidade estava ali, pronta". Em agosto, a Kanguruh terá uma filial em Botafogo e entrará na área de treinamento especializado e consultoria empresarial.

"Elas buscam o curso para aprimorar seus conhecimentos e querem informação técnica para poder trabalhar com mais qualidade. Podemos chamá-las de babás do século XXI", frisa.
Roberta diz, ainda, que na era da informação e da tecnologia, os pais das crianças em idade escolar preferem este tipo de profissional, que tem cultura suficiente para lidar com as inovações. Um exemplo é a pedagoga Ana Maria Lopes, de 47 anos, que tem pós-graduação em RH, trabalhou 25 anos como coo denadora de escolas de crianças com necessidades especiais e, há dois anos, exerce a função de babá.
Ana conta que teve que largar o emprego para se dedicar ao pai doente e que, depois, desistiu de voltar ao mercado como pedagoga, já que achou que a idade e a desatualização a impediriam de conseguir um bom espaço.
O que começou como falta de opção, virou profissão para a pedagoga. Hoje, apesar de sentir falta da antiga função, Ana se dedica tanto à nova atividade, que faz cursos de aperfeiçoamento e já pensa em lançar um livro. "Trouxe a minha experiência como professora para meu cargo atual e, assim como antes, tento cumprir o papel, acima de tudo, de educadora", observa ela, frisando que adora ser babá e que está feliz com sua atual situação.
Além de estar gostando da atividade, Ana tem a vantagem de receber um salário mais alto. Como pedagoga no serviço público, a remuneração ficava entre R$800 e R$1 mil. Já o vencimento de uma babá, dependendo da profissional, pode chegar a R$1,5 mil.

“ Também mantemos profissionais como psicólogas, que fazem a avaliação das candidatas. Outro diferencial são as soluções que criamos para evitar alguns problemas que podem surgir no dia-a-dia, na convivência da profissional dentro da casa em que irá trabalhar”, explica.
Foto de Rafael Wallace .


O Globo desta data, na seção cursos , informa sobre o curso de formação de babás da Baby Care, em texto abaixo transcrito.
Formação de Babás
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